Hoje, os Estados Unidos recordam os 25 anos dos atentados de 11 de setembro de 2001, uma das maiores tragédias de sua história.
Naquele dia, 2.977 pessoas inocentes tiveram suas vidas brutalmente interrompidas enquanto trabalhavam, viajavam ou simplesmente seguiam a rotina de mais um dia.
A ferida foi profunda, e suas marcas permanecem. O terrorismo daquele dia mostrou até onde o fanatismo religioso e ideológico pode levar o ser humano. É preciso, porém, distinguir o extremismo daqueles que professam sua fé pacificamente e respeitam a vida.
Vinte e cinco anos depois, o mundo continua dividido por conflitos políticos, culturais e religiosos. E a democracia continua nos desafiando a conviver com ideias diferentes das nossas. Discordar faz parte da liberdade; transformar a discordância em ódio ou violência, jamais.
O 11 de Setembro deve ser mais do que uma lembrança de dor. Deve nos ensinar sobre o valor da vida e os perigos do fanatismo.
Como cristão, creio que existe uma justiça acima da nossa. Governos passam, ideologias passam, líderes passam e nós também passaremos.
Um dia, todos estaremos diante do Soberano do Universo.
Nessa esperança descansamos.
Elcio Nunes
Cidadão Brasileiro
