Por Wellington Farias
Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

O presidente Jair Messias Bolsonaro, o “mito” da extrema-direita, de fato conseguiu realizar uma proeza que nenhum outro sequer havia tentado: a aprovação de uma reforma na Previdência Social que, de um lado, privilegia menos de meia dúzia e, do outro, esmaga, sobretudo, a classe trabalhadora brasileira.Apesar de não haver conseguido aprovar o projeto como ele de fato queria na sua totalidade, o que conseguiu passar pelo crivo tanto da Câmara como do Senado Federal é um dos maiores prejuízos já causados aos trabalhadores brasileiros da era Getúlio para cá. Bolsonaro, portanto, não conseguiu a maldade por completo, mas, mesmo assim, não há na história recente do trabalhismo brasileiro um dano de tamanha proporção.
Democracia representativa
O que se viu esta semana no Congresso Nacional por ocasião da Reforma é mais uma prova cabal de que a tal democracia representativa é uma tremenda balela. Comprova que os “nossos” representantes não nos representam em nada. E estão, em quase sua totalidade, a serviços de interesses completamente antagônicos às aspirações do povo. Senadores e deputados estão ali, nas duas casas do Congresso, mandados pelo povo, mas se prestando ao papel de marionetes do poder econômico das grandes corporações, do mercado financeiro et cetera e tal.
E o pior de tudo é se verificar que, por necessidade e por ignorância, o povo brasileiro sempre reconduz os mesmos ao Congresso Nacional, para que ali eles votem contra os interesses dos próprios eleitores.
Pobre de direita
Dois segmentos se destacaram nas comemorações pela aprovação da Reforma da Previdência: o poderio econômico, expressado na reação das bolsas de valores, e os pobres de direita, um magote de ignorantes que não tem a menor noção do preço que vai pagar no futuro.
Bem na fita
O ex-governador Ricardo Coutinho está bem na fita até além das fronteiras do Brasil. A partir desta quarta-feira (23), ele iniciou uma maratona de atividades no velho continente a convite de algumas universidades espanholas, começando pela de Salamanca.
O doutorado em Direito e Governança Global, com o apoio do Centro de Estudos Brasileiros, convidou o ex-governador paraibano para proferir palestra sobre “O Brasil atual após um ano de governo Jair Bolsonaro”.
Paraíba pela paz
Enquanto isso, o sucessor de Ricardo Coutinho, João Azevêdo, comemora o Prêmio Nacional outorgado ao programa “Paraíba unida pela paz”.
Além de continuar liderando o Ranking de Competitividade no Nordeste, a Paraíba também foi premiada nacionalmente pelo Centro de Liderança Pública, pelo programa de segurança “Paraíba unida pela paz”, que vem reduzindo os índices de violência por sete anos consecutivos e só nos primeiros meses de 2019 acumula queda de 22,3 por cento.
Cabras bons
Os dois últimos tópicos acima apenas comprovam que a Paraíba está muito bem obrigado sob o comando dos representantes do projeto girassol socialista.

Wellington Farias

Por Wellington Farias

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