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Opinião: Orquestração midiática tenta, em vão, incompatibilizar Ricardo com Lula

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O que apenas parecia “ser”, agora está confirmado: está em curso uma notória orquestração midiática, na Paraíba, tentando incompatibilizar o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato à Presidência da República pelo PT.

Desde a semana passada, notícias e comentários em vários veículos de comunicação tentam convencer o povo paraibano de que o ex-governador Ricardo estaria articulando, para disputar as eleições de 2022, uma chapa com a participação da vice-governadora, Lígia Feliciano, do ex-prefeito Luciano Cartaxo (PV), tendo Ciro Gomes (PDT) como pré-candidato à Presidência da República.

O que confirma que tudo não passa de uma armação? As reiteradas manifestações de apoio absoluto à pré-candidatura de Lula, do ex-governador Ricardo Coutinho. A mais recente delas foi nesta segunda-feira (19) na estreia do programa “Progresso Agora”, da Rádio Progresso FM, de Sousa, ancorado por Jucélio Almeida, Bené Ramalho e João Antônio.

Na entrevista, que durou mais de uma hora, Ricardo Coutinho foi enfático: “De uma coisa tenham certeza: eu caminharei com o companheiro Lula”, em 2022.
Antes, porém, o ex-governador paraibano reiterou que vai disputar a vaga de senador da República nas eleições do próximo ano. Ele disse que quer que a sua trajetória de homem público seja avaliada pelos paraibanos no próximo pleito. Especialmente a sua gestão de governador.

Ao longo da entrevista, Ricardo Coutinho mencionou um leque de avanços e conquistas do povo brasileiro, iniciadas na gestão do então presidente Lula, e que teve continuação com a presidenta Dilma.

Com o PT
Questionado sobre a especulação de que o seu eventual retorno às hostes petistas teria sido rechaçado por membros do partido, na Paraíba, Ricardo Coutinho revelou que se houvessem articulações neste sentido seria com quem tem o comando e expressão política dentro do PT: Jackson Macedo e Luiz Couto, na Paraíba; e Lula, Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann, no âmbito da Direção Nacional.

Em diversas passagens da entrevista, o ex-governador Ricardo Coutinho sublinhou a importância das gestões de Lula e Dilma para que o Brasil avançasse em questões sociais e políticas públicas importantes, além do fato de, nesse período, o País ter conquistado, pela primeira vez, uma posição de destaque no cenário internacional.

Estupidez
Ricardo Coutinho também não poupou críticas à gestão do presidente Jair Bolsonaro, inclusive, atribuindo à gestão dele o desprezo pela Região Nordeste.

O ex-governador também culpou Jair Bolsonaro por um dos momentos mais tristes da história do Brasil, este que o País está passando, que tem a estupidez, o negacionismo e o ataque permanente à democracia como características mais nítidas.

Na mesma entrevista, o ex-governador da Paraíba e ex-prefeito de João Pessoa teceu severas críticas à Operação Calvário, para quem se trata de uma filha da Operação Lava Jato.

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