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“Não é 2028”: Romero evita antecipar sucessão em Campina e mira reeleição em 2026

Foto: reprodução/Redes Sociais

O deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) evitou, nesta terça-feira (1º), alimentar as especulações sobre uma possível candidatura à Prefeitura de Campina Grande em 2028. Ao lado do prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil), durante evento político na cidade, Romero foi questionado sobre a possibilidade de voltar a comandar o município, mas preferiu deixar a discussão para o futuro.

A declaração ocorreu durante a oficialização da candidatura de Vitor Ribeiro a deputado estadual. Apesar de ser apontado como um dos nomes que podem entrar no debate eleitoral de 2028, Romero sinalizou que, neste momento, sua prioridade está nas eleições de 2026 e na busca pela reeleição para a Câmara dos Deputados.

Romero afirmou que não é possível controlar os rumos da política e destacou que pretende continuar atento às demandas de Campina Grande e ao diálogo com as lideranças políticas locais.

“A gente pensa assim, que ninguém tem controle sobre as coisas. Tem que pedir a Deus sabedoria e discernimento. Campina Grande é uma cidade que, porque a gente precisou dela, ela sempre nos ajudou. A gente pode contar com a cidade e também com Bruno de Campina e outras lideranças”, declarou.

Questionado novamente sobre uma eventual disputa pela Prefeitura em 2028, o deputado reforçou que considera prematuro discutir o próximo pleito municipal.

“A gente vai estar sempre ouvindo, com os ouvidos atentos à demanda e à solicitação de Campina Grande. Então, sempre no tempo de Deus e também no tempo das eleições. Agora esse ano é 2026, o ano é 2026, se lembre. Não é 2028”, afirmou.

Prefeito de Campina Grande por dois mandatos, entre 2013 e 2020, Romero Rodrigues teve participação importante na trajetória política que levou Bruno Cunha Lima à Prefeitura. Agora, diante das especulações sobre seu futuro eleitoral, o deputado adota cautela e concentra o discurso na eleição deste ano.

Ao encerrar a resposta, Romero resumiu sua posição sobre o calendário político: “Portanto, vamos cuidar de 2026, depois a gente cuida de 2028”, finalizou.

Redação

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