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Galdino rebate críticas, defende PPP da Cagepa e alerta: “Quem quer privatizar é o PL e a oposição”

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), em entrevista nesta segunda-feira (18), direto de Brasília, saiu em defesa da Parceria Público-Privada (PPP) firmada pelo Governo da Paraíba para ampliar os serviços de esgotamento sanitário no estado. Durante entrevista, o parlamentar rebateu críticas da oposição e negou que o modelo represente uma privatização da Cagepa.

Segundo Galdino, os ataques ao projeto têm motivação política e ignoram os benefícios previstos para a população paraibana. O deputado afirmou que partidos de oposição, especialmente o PL, defendem historicamente a privatização de companhias de água no país.

“Quem quer privatizar a Cagepa é justamente a oposição. O partido do ex-presidente Bolsonaro já fez esse movimento em São Paulo. Eles têm interesse em privatizar não só a Cagepa, mas todas as companhias de água do Brasil”, declarou.

O presidente da ALPB destacou que a iniciativa do governo estadual é uma parceria entre o setor público e privado, sem transferência do controle da companhia. Ele ressaltou ainda que os trabalhadores da Cagepa terão os empregos preservados.

“Ninguém será demitido. O governador João Azevêdo e agora o governador Lucas Ribeiro tiveram uma visão social importante ao preservar os empregos dos companheiros da Cagepa”, afirmou.

Adriano Galdino também enfatizou os investimentos previstos por meio da PPP, que devem alcançar cerca de 85 municípios paraibanos, com foco na ampliação do saneamento básico e do esgotamento sanitário.

“Serão investimentos de 2 a 3 bilhões de reais, levando 100% de esgotamento sanitário para cidades pequenas do Sertão paraibano. Isso é algo fantástico e com investimento zero da Cagepa”, disse.

Durante a entrevista, o parlamentar comentou ainda sobre a possibilidade de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a PPP, proposta pelo deputado estadual André Gadelha. Para Galdino, o debate deve se concentrar nos benefícios que o contrato pode trazer para a população.

“As pessoas estão fugindo do mais importante, que é discutir quais benefícios essa parceria traz para a população da Paraíba”, concluiu.

PB Agora

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