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Debate entre senadores è marcado por troca de acusações e propostas

Colagem candidatos senado

Em mais um debate televisivo entre os candidatos ao Senado nestas eleições, foi marcado ontem por troca de acusações e apresentação de propostas para a segurança pública, saúde, infraestrutura, economia e aplicação de recursos públicos.

Entre os principais temas estiveram o combate ao crime organizado, redução da maioridade penal, PEC da Segurança, emendas parlamentares, Transnordestina, empreendedorismo, agricultura familiar e atendimento na saúde.

No tocante a segurança pública João Azevêdo (PSB) destacou a redução de 40% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) na Paraíba ao longo de sete anos. João também defendeu a integração das estruturas de segurança e afirmou esperar a aprovação da PEC da Segurança pelo Congresso Nacional. “Não há como se falar em segurança pública se não houver um sistema integrado”, afirmou.

Em rebate o candidato Veneziano (MDB), por sua vez, contestou a avaliação sobre os índices de violência e citou casos de feminicídio, roubos e furtos de celulares. Também criticou os salários pagos aos policiais militares. “Temos um aumento de crimes”, declarou.

A saúde pública também foi tema do debate entre João Azevêdo e Marcelo Queiroga (PL). O socialista destacou a estrutura deixada pelo governo estadual, citando 10 centros de hemodiálise, duas aeronaves para transporte de pacientes e transplantes realizados na Paraíba.

O candidato também destacou a criação da PB Saúde, responsável pela gestão de hospitais. Queiroga afirmou que pretende apresentar um projeto de lei para modificar o Código Penal caso seja eleito senador. Durante a discussão, João questionou a atuação de Queiroga como ministro da Saúde e citou a entrega de ambulâncias durante diferentes períodos.

Já a discussão sobre a aplicação de recursos públicos também esteve entre os assuntos discutidos no debate. Nabor Wanderley (Republicanos) defendeu a importância das emendas parlamentares para levar investimentos às pequenas cidades, mas afirmou que os recursos precisam ter transparência.

Major Fábio defendeu a prestação de contas das emendas e questionou os gastos relacionados à construção de um teatro em Patos. Segundo Major Fábio, a obra levou 13 anos para ser entregue, com previsão inicial de R$ 3 milhões e gastos que chegaram a R$ 17 milhões.

Nabor afirmou que deixou a Prefeitura após entregar o teatro e que não acompanhou o que ocorreu posteriormente.

A Transnordestina e a duplicação da BR-230 estiveram entre as principais propostas apresentadas por Nabor e André Gadelha (MDB). Nabor defendeu a participação da Paraíba no projeto da ferrovia e afirmou que o estado precisa lutar pela duplicação da BR-230.

André Gadelha apresentou uma posição diferente sobre o traçado e afirmou que pretende defender a entrada da Transnordestina por Cajazeiras e Cabedelo. Nabor também defendeu apoio aos produtores de camarão, fortalecimento da agricultura familiar e financiamento subsidiado.

Redação
Debate entre senadores è marcado por troca de acusações e apresentações de propostas

Em mais um debate televisivo entre os candidatos ao Senado nestas eleições, foi marcado ontem por troca de acusações e apresentação de propostas para a segurança pública, saúde, infraestrutura, economia e aplicação de recursos públicos.

Entre os principais temas estiveram o combate ao crime organizado, redução da maioridade penal, PEC da Segurança, emendas parlamentares, Transnordestina, empreendedorismo, agricultura familiar e atendimento na saúde.

No tocante a segurança pública João Azevêdo (PSB) destacou a redução de 40% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) na Paraíba ao longo de sete anos. João também defendeu a integração das estruturas de segurança e afirmou esperar a aprovação da PEC da Segurança pelo Congresso Nacional. “Não há como se falar em segurança pública se não houver um sistema integrado”, afirmou.

Em rebate o candidato Veneziano (MDB), por sua vez, contestou a avaliação sobre os índices de violência e citou casos de feminicídio, roubos e furtos de celulares. Também criticou os salários pagos aos policiais militares. “Temos um aumento de crimes”, declarou.

A saúde pública também foi tema do debate entre João Azevêdo e Marcelo Queiroga (PL). O socialista destacou a estrutura deixada pelo governo estadual, citando 10 centros de hemodiálise, duas aeronaves para transporte de pacientes e transplantes realizados na Paraíba.

O candidato também destacou a criação da PB Saúde, responsável pela gestão de hospitais. Queiroga afirmou que pretende apresentar um projeto de lei para modificar o Código Penal caso seja eleito senador. Durante a discussão, João questionou a atuação de Queiroga como ministro da Saúde e citou a entrega de ambulâncias durante diferentes períodos.

Já a discussão sobre a aplicação de recursos públicos também esteve entre os assuntos discutidos no debate. Nabor Wanderley (Republicanos) defendeu a importância das emendas parlamentares para levar investimentos às pequenas cidades, mas afirmou que os recursos precisam ter transparência.

Major Fábio defendeu a prestação de contas das emendas e questionou os gastos relacionados à construção de um teatro em Patos. Segundo Major Fábio, a obra levou 13 anos para ser entregue, com previsão inicial de R$ 3 milhões e gastos que chegaram a R$ 17 milhões.

Nabor afirmou que deixou a Prefeitura após entregar o teatro e que não acompanhou o que ocorreu posteriormente.

A Transnordestina e a duplicação da BR-230 estiveram entre as principais propostas apresentadas por Nabor e André Gadelha (MDB). Nabor defendeu a participação da Paraíba no projeto da ferrovia e afirmou que o estado precisa lutar pela duplicação da BR-230.

André Gadelha apresentou uma posição diferente sobre o traçado e afirmou que pretende defender a entrada da Transnordestina por Cajazeiras e Cabedelo. Nabor também defendeu apoio aos produtores de camarão, fortalecimento da agricultura familiar e financiamento subsidiado.

Redação

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