Categorias: Política

Caso Concorde: imprensa ironiza “morosidade” do STF

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Não é apenas a mídia local quem está de olho na situação jurídica do senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

Nesta quarta-feira (15) uma nota publicada no blog “Conversa Afiada”, assinada pelo jornalista Paulo Henrique Amorim também destaca a morosidade do Supremo Tribunal Federal em apreciar o inquérito do “Caso Concorde”, também conhecido como “Dinheiro Voador”, que tramita já há quase nove anos na Corte.

Na notícia, a legenda na foto de Cássio é escrita da seguinte forma: "O Senador tucano queria fechar o Mais Medicos e é um furioso impicheiro"

Ainda no título, Paulo Henrique Amorim destaque que "pelo jeito, Moro deve esperar o tucano morrer" para poder apreciar o inquérito. 

 

Na matéria, destaque na capa do blog, foi colocada a justificativa para essa atitude: “Machado disse em entrevista à “TV Master” que tomou essa iniciativa para evitar que o inquérito contra o senador paraibano caia no esquecimento, assim como ocorreu com o caso do ‘Mensalão Mineiro’, esquema de lavagem de dinheiro, que ocorreu na campanha para a reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas Gerais, em 1998”.
 

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Ontem a reportagem do PB Agora trouxe a matéria sobre o caso, ressaltando que foi de iniciativa do presidente do PT da Paraíba, Charliton Machado, o pedido de celeridade junto ao STF para apreciação do referido processo. 

SENADOR TUCANO ESTÁ NA MIRA DO STF


Presidente do PT da Paraíba pede celeridade ao STF para que o Escândalo do Dinheiro Voador não caia no esquecimento



 

O presidente do PT da Paraíba, Charliton Machado, protocolou nesta terça-feira (14) um pedido formal a Procuradoria Geral da República pedindo celeridade do Supremo Tribunal Federal (STF) na análise do inquérito que investiga o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) por desvios de recursos e lavagem de dinheiro na campanha eleitoral de 2006 e compra de votos.



Machado disse em entrevista à “TV Master” que tomou essa iniciativa para evitar que o inquérito contra o senador paraibano caia no esquecimento, assim como ocorreu com o caso do ‘Mensalão Mineiro’, esquema de lavagem de dinheiro, que ocorreu na campanha para a reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas Gerais, em 1998.



O processo, parado há mais de dois anos, é investigado pelo juiz Sérgio Moro, o mesmo responsável pela Operação Lava Jato. O caso conhecido como “Escândalo do Dinheiro Voador” ou Caso Concord ganhou repercussão após uma operação de fiscais da Justiça Eleitoral da Paraíba e da Polícia Federal terem provocado uma chuva de dinheiro em João Pessoa.



O empresário Olavo Lira, conhecido como Olavinho, para não ser pego em flagrante pelos agentes federais, teria jogado R$ 400 mil do alto do edifício Concord, na capital paraibana. Foi encontrada, também, uma caixa contendo várias contas de água e energia elétrica quitadas, títulos eleitorais, camisetas amarelas, além de vários maços de cédulas de R$ 50,00, totalizando R$ 304 mil.



No fim de 2012, a ministra Rosa Weber decretou a quebra do sigilo bancário do senador Cássio Cunha Lima e do empresário Olavinho. Segundo um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras do MPF, eles teriam realizado várias movimentações financeiras tidas como atípicas naquele ano.
 



PB Agora

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