A precarização de atendimento em unidades de saúde de João Pessoa está evidente não somente na questão da inexistência de medicamentos, na constatação de equipamentos quebrados, na falta de material de expediente, na protelação de cirurgias e na superlotação – exemplo desses dois últimos itens é o Trauminha, em Mangabeira, é o que pensa o vereador Bruno Farias (PPS).

 

Está também na desabilitação da prefeitura, pelo Ministério da Saúde, em inúmeros convênios, “seja por perda de prazos, seja por formalidades não observadas na tramitação dos processos junto ao ministério”, como disse à imprensa o vereador Bruno Farias.

 

De acordo com o vereador, que integra a bancada de oposição na Câmara Municipal, a prefeitura foi obrigada a devolver mais de R$ 14 milhões ao Governo Federal, dinheiro que deveria ser usado em inúmeros programas na cidade, “por incompetência do secretário Adalberto Fulgêncio”.

 

Bruno já havia se pronunciado sobre o assunto em sessão do Legislativo municipal, quando fez um questionamento ao gestor da pasta de Saúde, por causa da perda de quantia tão vultuosa: “Secretário, você está recebendo [salário] pra quê? Não é pra isso que o povo de João Pessoa lhe paga”. E adiante, fustigou o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV): “Tenho que dizer: quem anda com incompetente, incompetente é”

 

Redação

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