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Ex-deputado e seu pai são acusados de desviar mais de R$ 6 mi; em nota eles rebatem

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Os dois políticos alvos da 5ª fase da Operação Xeque Mate, em João Pessoa e Cabedelo, foram o ex-deputado federal pela Paraíba, André Amaral e também o pai dele, o ex-presidente do PROS, André Amaral.

Os dois divulgaram uma nota conjunta, nesta manhã,  classificando o caso como “fruto da mente maldosa de um criminoso confesso que, através de calúnias, quer se beneficiar do instituto da delação premiada atacando a honra alheia”.

Confira a nota:

Nota

Fruto da mente maldosa de um criminoso confesso que, através de calúnias, quer se beneficiar do instituto da delação premiada atacando a honra alheia em busca de benefícios penais, tenho a informar aos paraibanos que não devo e não temo essa ou qualquer outra investigação, pois temos a consciência de que andamos rigorosamente na linha.

A disposição da justiça estamos para esclarecer denúncias sem provas e lamentamos que a palavra de um criminoso confesso sirva para destruir reputações através do espancamento público, onde nesta busca e apreensão de agora de manhã não encontraram nada em nossas residências, muito menos bolsas com dinheiro, como divulgado na mídia, a não ser o susto de minha filha grávida de sete meses e, que pelo pavor, precisará de cuidados médicos.

Entenda o caso – A Polícia Federal na Paraíba, em conjunto com o Ministério Público Federal, o GAECO/MP/PB e a CGU, deflagrou, na manhã desta terça-feira (8), a quinta fase da Operação Xeque-Mate, com objetivo de dar cumprimento a medidas de busca e apreensão determinadas pela 16ª Vara da Justiça Federal da Seção Judiciária da Paraíba. A Polícia realizou buscas em dois edifícios da capital: Edifício Barcelona localizado na Avenida Guarabira, em Manaíra e Condomínio Mozart, no bairro do Miramar.

Grande quantia em dinheiro teria sido apreendido em um dos imóveis. As informações foram confirmadas pelo programa Correio Manhã, com Nilvan Ferreira (veja fotos abaixo)

CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados poderão responder pelos crimes de formação de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e fraude licitatória, previstos, cujas
penas, somadas, poderão chegar a mais de 30 anos de reclusão.

Será concedida entrevista coletiva às 10:00 horas, na sede da Polícia Federal, localizada no Bairro de Intermares, Cabedelo/PB.

Leia também:

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Redação 

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