Por conta da pandemia do novo coronavírus, as celebrações de Corpus Christi na Paraíba, em 2020, serão transmitidas pela internet a partir das 17h desta quinta-feira (11). Apesar do feriado ter sido antecipado em Campina Grande, fiéis devem se reunir em missas virtuais. As Missas seguidas de Adoração, acontecem na Catedral de Nossa Senhora da Conceição, sob a presidência de Dom Dulcênio Fontes, e em todas as igrejas matrizes das Paróquias.

A Diocese de Campina Grande orientou que as missas sejam celebradas nos horários de costume, segundo a programação local de cada paróquia, mas que não se promovam nenhuma atividade externa, como carreatas ou passagem com o Santíssimo Sacramento pelas ruas, para evitar uma possível aproximação física de pessoas.

No dia de Corpus Christi, os fiéis são convidados a rezar em suas casas, junto com sua família, acompanhando as celebrações através das redes sociais do Diocese. Na Igreja Catedral será celebrada a solenidade com missa, às 15h, presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Dulcênio Fontes de Matos.

Em João Pessoa, o arcebispo da Paraíba, Dom Delson, dará uma bênção especial sob João Pessoa e demais cidades da Arquidiocese em uma celebração sem a presença dos fiéis e transmitida por meio das redes sociais.

A cerimônia começa às 16h com a Adoração ao Santíssimo. Em seguida, Dom Delson fará uma pequena procissão dentro das dependências do Seminário Arquidiocesano e dará a bênção de uma das sacadas do prédio.
Devido as medidas de isolamento social, Dom Delson, pediu a padres de todas as paróquias que evitem desfilar com o Santíssimo Sacramento nas ruas e façam as celebrações dentro das igrejas, sem a presença dos fiéis e com transmissões online, conforme o decreto em vigor na Arquidiocese.

A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.

A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

PB Agora

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