A Espanha confirmou sua força coletiva, a qualidade técnica de seus jogadores e a eficiência tática que demonstrou ao longo da competição. A Argentina, por sua vez, tentou repetir a garra e a intensidade que exibiu na memorável vitória sobre a Inglaterra. No entanto, desta vez encontrou uma marcação firme e muito bem organizada, que neutralizou boa parte de suas principais jogadas.
Foi uma final disputada, intensa e emocionante, digna de uma decisão de Copa do Mundo. Ao apito final, porém, a Espanha ergueu, com méritos, o troféu de campeã.
Agora, voltamos os olhos para 2030. Se Deus nos permitir, nos encontraremos novamente em uma Copa do Mundo histórica, realizada em três continentes: Europa, África e América do Sul. Quem sabe com 64 seleções participantes e, muito provavelmente, sem Lionel Messi em campo, encerrando definitivamente uma das maiores eras da história do futebol.
Elcio Nunes
Cidadão Brasileiro
