A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas, e se manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no processo educativo. Isso não deveria acontecer, afirma o doutor em psicologia social e professor da FPB, Nilton Formiga, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários.
Segundo ele a violência que assombra os estudantes que temem não poder frequentar as escolas amedronta também professores, fere o direito de ir e vir e o direito à educação. A situação é de caos social, destaca Formiga. “Temos o cidadão buscando, querendo e desejando frequentar a escola, mas, condições psicossociais da violência (gangs, condutas desviantes, uso de drogas, etc.) têm o poder de inibir esse direito”, explicou o professor Nilton Formiga.
O especialista considera ainda a conduta do Estado contraditória, no sentido de instigar e propagar nas crianças e adolescentes o valor da educação, mas não garantir o acesso a esse direito por falhas na segurança pública. “Honestamente, o Estado quer ou não quer que essa meninada estude, seja culta?! Ou se entregue ou não as ‘gangs’?! Ou se vai à escola para ser culto ou para comprar drogas; ou vai à escola para saber trabalhar as frustrações pessoais e limites ou vai aprender a ‘soltar tapas e murros’. Isto é muito frustrante para família e professores”, disse.
Redação
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