Primeiro ele revelou que era transexual. Depois se submeteu a cirurgia que o tornou a mulher que sempre desejou ser. O pastor Olli Aalto sempre foi alvo de polêmica na Igreja Luterana da Finlândia, ainda mais agora quando vai celebrar a primeira missa como mulher.
Aos 55 anos, a vida dele divide a opinião de outros membros da igreja. Muitos o consideram um blasfemo. Ele já foi casado e tem três filhas desse casamento que acabou oficialmente com o divórcio.
Ao pedir licença da paróquia para fazer a operação de mudança de sexo e defender na televisão os transexuais, ele abalou a Finlândia, um país onde 97% da população está ligada à Igreja Evangélica Luterana.
A decisão do pastor fez surgir um amplo debate entre a população de 5,3 milhões de habitantes. Na Internet, o religioso recebeu manifestações de carinho e apoio por meio do site "Facebook", mas também viu a ira e muitos na mesma rede mundial de computadores.
O apoio só foi unânime dos ativistas de defesa dos gays no país. A Igreja Luterna informou que aceitou a decisão do pastor porque a congregação permite a ordenação de mulheres.
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