Após 11 horas de trabalho de parto, Kate Middleton, duquesa de Cambridge, deu à luz ao príncipe, terceiro na linha de sucessão ao trono britânico. O bebê nasceu com três quilos e 700 gramas às 16h24, horário de Londres, e ainda não teve seu nome divulgado. A duquesa estava acompanhada do marido, o príncipe William, na hora do parto.
No Brasil, ter filhos por meio de parto normal como Kate Middleton, não é comum. Enquanto a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que apenas 15% dos partos sejam feitos por cesariana, no SUS (Sistema Único de Saúde) o procedimento cirúrgico corresponde a 36,8 % do total de nascimentos.
Quando são levados em consideração os partos feitos com uso de planos de saúde particulares, a porcentagem chega a impressionantes 80%.
De acordo com a ginecologista e membro da Febrasco (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) Inessa Bonomi, isso acontece por fatores culturais.
— Às vezes a mãe acha que é melhor ter o filho por cesaria por insegurança de acontecer algo no parto ou também por achar que é menos dolorido, mas existem alguns casos que é necessário fazer uma cesariana para não colocar em risco a vida da mãe e do bebê.
A médica explica que o parto normal é o procedimento mais natural para a paciente e é menos dolorido que a cesariana. Além disso, estabelece muito mais rápido o vinculo entre mãe e filho.
— A recuperação do parto normal é muito mais rápida e menos dolorida do que a da cesariana. Além disso, na hora do parto a mulher produz hormônios que fazem que o corpo se prepare mais rapidamente para a amamentação.
O mais natural possível
A professora Kátia Ribeiro, de 40 anos, teve três filhos de parto normal. Ela chegou a ficar nove horas tendo contrações até esperar o momento que sua terceira filha nasceu, mas optou pelo procedimento por ser o mais natural possível e pela recuperação.
— Sai andando e sem dores do hospital e o bebê nasce no momento dele. Faz bem tanto para a mãe quanto para o bebê esta espera. Ele nasce de acordo com a natureza e grande. Parece que ele já nasce criado, sem aquele aspecto frágil de recém-nascido.
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Dilatação pré-parto pode ser monitorada por celular
Segundo a especialista, o procedimento de parto tem duas partes. A primeira parte, quando o útero está se preparando para o parto, com contrações espaçadas, pode demorar até 48 horas.
— Quando o útero já está pronto e a dilatação começa, o procedimento pode durar até 12 horas.
De acordo com a médica qualquer mulher pode fazer um parto normal, mas que apenas com um acompanhamento médico no pré-natal é possível acompanhar possíveis problemas que possam obrigar a realização de uma cesariana, como por exemplo, hipertensão ou diabetes.
R7
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