O Irã proibiu seus cidadãos de cooperar com organizações estrangeiras que, segundo o governo do país, estariam tentando desestabilizar o regime iraniano, segundo relatos da mídia local.
Os 60 grupos que entraram na lista negra do governo iraniano incluem grupos de defesa dos direitos humanos, sites da oposição iraniana e grupos de mídia internacional como a BBC e redes americanas de TV.
O vice-ministro de Inteligência do Irã disse à TV local que os grupos banidos estariam envolvidos em uma "guerra leve" contra o Estado, incitando os protestos após as eleições presidenciais de junho.
Segundo o vice-ministro, a nova determinação do governo torna ilegal a assinatura de contratos com essas organizações ou que agrupações e partidos políticos recebam ajuda financeira de países estrangeiros.
As autoridades iranianas pediram ainda aos cidadãos do país que evitem qualquer contato "anormal" com as organizações relacionadas, com representações diplomáticas e com cidadãos estrangeiros.
A lista de organizações acusadas pelo Irã inclui ainda a Fundação Soros, o Fundo Nacional para a Democracia (NED, na sigla em inglês), o Instituto Nacional Democrático (NDI), o Centro Democrático do Leste Europeu (EEDC), a Fundação Smith Richardson, a Universidade Nacional de Defesa e a Voz da América.
G1
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