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Para Meirelles, queda da inflação para abaixo da meta é razoável

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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sinalizou que o Banco Central manterá o ritmo de queda na taxa básica de juros (Selic), atualmente, em 13% ao ano, uma vez que a inflação está arrefecendo e ficou no menor patamar de 20 anos em janeiro, como lembrou o presidente Michel Temer em cerimônia nesta quarta-feira (15/02) no Palácio do Planalto, devendo ficar abaixo do centro da meta de 4,5% neste ano.

“É absolutamente razoável, que isso, conjugado com a política monetária bem aplicada pelo Banco Central, faça com que a inflação convirja para a meta. Diversos índices, índice de confiança da indústria, índice de confiança do consumidor, em resumo, nós temos aí uma série de itens favoráveis para a economia brasileira agora em 2017, que tenho certeza que (o Produto Interno Bruto) estará crescendo de forma gradualmente maior até o fim do ano”, afirmou ele, reforçando esperar alta do PIB no final deste ano.

“Nossa previsão é que o crescimento do PIB do último trimestre de 2017 sobre o último trimestre de 2016 seja 2%. Em relação ao crescimento da média de 2017 em relação à média de 2016, isso aí nós vamos revisar em março”, explicou ele, sinalizando com a cabeça de que a atual previsão de alta do PIB, de 1%, poderá ser alterada no próximo mês quando será divulgado o relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, que contem os parâmetros macroeconômicos.

O ministro não quis adiantar de quanto será a redução dos juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), nos dias 21 e 22 deste mês. “O Banco Central trabalha com projeções e expectativas de inflação. Vamos aguardar. Já tem havido sinalizações do presidente do BC sobre as próximas reuniões”, afirmou ele, destacando que as condições estão mais favoráveis para que a queda dos juros continue em progresso. “Não há dúvida de que a economia brasileira está voltando à normalidade, isto é, com a aprovação da PEC do Teto, com a admissibilidade da reforma da Previdência, com a apresentação da reforma trabalhista e todas as mudanças microeconômicas em andamento, certamente a economia brasileira volta ao normal”, afirmou.

 

Redação com CB

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