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Sexo do bebê: você quer mesmo descobrir?

Por quantos meses você acha possível segurar a curiosidade em relação ao sexo do bebê? A top model Gisele Bündchen só descobriu que seria mãe de um menino na hora do parto, em dezembro de 2009. Se você achou a decisão um tanto esquisita, saiba que o número de mulheres que preferem ter tal surpresa está aumentando. É isso mesmo. Apesar de toda a tecnologia que existe hoje, há grávidas que, mesmo que o enigma dificulte um pouco na escolha do enxoval ou do nome, acham que vale pagar o preço pela dose extra de emoção.

Mas atenção: quem decidir esperar até o parto deve avisar o obstetra antes de começar o exame de ultrassom. Isso porque verificar se está tudo bem com o aparelho reprodutor do bebê faz parte do exame, independentemente do desejo dos pais. Assim, o médico costuma dizer o resultado assim que observa o sexo na tela do aparelho. Em alguns casos, até mesmo os pais conseguem visualiza-lo com a ajuda do especialista.

Já o grupo das curiosas não precisa mais fazer como as grávidas de antigamente, que usavam diversos métodos para prever o sexo do bebê, como relacionar o formato da barriga, do rosto, detalhes do dia em que engravidou e até mesmo dos recentes sonhos ou desejos de comida com a probabilidade de ser menino ou menina – todos sem nenhum respaldo científico, lógico. Atualmente, os exames de ultra-som desvendam o mistério bem cedo, por volta da 16a semana. As mais ansiosas podem descobrir até antes, mas vão ter de desembolsar um dinheiro extra. O teste da sexagem fetal identifica fragmentos do DNA do bebê no sangue da mãe a partir da 8a semana de gestação com 99% de chances de acerto. “Pode ser útil principalmente a quem tem casos na família de doenças ligadas ao sexo, como a hemofilia”, diz o biólogo José Levi, do banco de sangue do Hospital Sírio-Libanês, que introduziu a análise no país. Na maioria esmagadora dos casos, no entanto, a coleta é feita por simples curiosidade mesmo, segundo o especialista.
 

Globo.com

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