O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, disse que a negativa para a importação da vacina Sputnik V decidida pela agência nesta segunda-feira (26) não “inviabiliza” o uso do imunizante no país, pois a análise pode ser refeita com novos dados.
Mendes também afirmou, nesta terça-feira (27), aos deputados da comissão externa da Câmara que acompanham o combate à pandemia que, durante o processo de avaliação técnica, os representantes do Instituto Gamaleya, da Rússia, afirmaram não ter alguns dos dados solicitados.
O gerente-geral se referia à constatação, feita pela Anvisa, de que a vacina contém adenovírus que se replicariam no organismo, quando isso não seria permitido pelas regras internacionais. Na vacina russa, o adenovírus é usado para levar informações sobre o coronavírus para o organismo humano.
Mendes explicou que, constatada a replicação, os russos deveriam apresentar estudos que mostrassem a segurança do método e que a alternativa é o desenvolvimento de outra vacina.
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