Uma importante iniciativa de inclusão social, em nível nacional, ganhou repercussão no Brasil e em especial na Paraíba, em virtude, do projeto ter sido desenvolvido no estado e estar podendo contribuir para a melhoria de vida de milhões de brasileiros. Trata-se do projeto VLIBRAS, que é resultado de uma parceria entre o Ministério da Economia (ME), por meio da Secretaria de Governo Digital (SGD) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O VLibras é um conjunto de ferramentas computacionais de código aberto, que traduz conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, tornando computadores, celulares e plataformas Web acessíveis para pessoas surdas.

Como funciona – O VLibras é um conjunto de ferramentas usadas na tradução automática do Português para LIBRAS. Ele pode ser usado em computadores, celulares e páginas WEB. Veja mais: https://www.vlibras.gov.br/

Quem parabenizou a iniciativa foi a modelo internacional, Jullie Marie Fonseca, nascida em Campina Grande, Paraíba, com 27 anos, a maior parte desses emprestando sua beleza a lentes de renomados fotógrafos pelo mundo e que ainda jovem foi diagnosticada com uma perca parcial na sua audição.

“Serve de exemplo, para o ouvinte que também tem interesse em aprender, mais uma língua (LIBRAS), onde observa a importância da acessibilidade e inclusão social através das redes sociais. Esse programa vai ajudar a ampliar aqueles que também buscam aprender e fazer parte trazendo a comunidade surda para diversas áreas”, disse Jullie.

No Brasil Estudo feito ano passado em conjunto pelo Instituto Locomotiva e a Semana da Acessibilidade Surda revela a existência, no Brasil, de 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva. Desse total, 2,3 milhões têm deficiência severa. A surdez atinge 54% de homens e 46% de mulheres. A predominância é na faixa de 60 anos de idade ou mais (57%). Nove por cento das pessoas com deficiência auditiva nasceram com essa condição e 91% adquiriram ao longo da vida, sendo que metade foi antes dos 50 anos. Entre os que apresentam deficiência auditiva severa, 15% já nasceram surdos. Do total pesquisado, 87% não usam aparelhos auditivos.

Veja também: De Campina para o mundo: entrevista com Jullie Marie

Redação

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