O Ministério Público da Paraíba instaurou um procedimento administrativo para acompanhar e fiscalizar a possível troca de cadáver ocorrida no hospital Prontovida, em junho. O procedimento foi instaurado pela 48ª promotora de Justiça da Capital, Maria das Graças Azevedo, que atua na defesa da saúde.
A promotora vai oficiar à Direção do Hospital Prontovida solicitando, no prazo de cinco dias informações referentes à troca de cadáver, bem como as medidas que estão sendo realizadas para impedir novos fatos dessa natureza.
Recomendação
A promotora recomendou, na última quarta-feira (1/07), que a prefeitura adote providências para zelar pela identificação dos corpos, quanto ao registro da localização em que o corpo foi inumado, fazendo constar no registro de óbito, com comunicação imediata ao Cartório de Registro de Óbito do Município, com objetivo de evitar o fenômeno do desaparecimento pós-pandemia.
Redação com MPPB
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