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Wellington: mais um problema na base

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O deputado federal Wellington Roberto é um político de resultados. Tem foco. Poucos no ramo duvidam de sua capacidade de trabalho.

Nem na Paraíba, de onde já foi consagrado nas urnas duas vezes como deputado federal. Nem em Brasília, onde desfruta de prestígio político, transformou-se em expert em emendas no Orçamento e, hoje, está muito perto de assumir a relatoria da LDO 2010-2015.

Empresário, trata a política como uma atividade executiva. Ou seja, trabalha com metas. E a próxima delas começa a se desenhar de forma mais clara: disputar uma vaga para o Senado Federal, onde iniciou sua carreira política com suplente e depois titular do mandato.

Politicamente, Wellington assusta porque tem mais prefeitos do que o Estado de Alagoas tem em todo território. São 60 prefeituras e algumas delas “xiitas”, como atesta o próprio Cássio quando fala do “pessoal de Wellington”. È também um empresário de posses.

E conhecido pelo pragmatismo dos acordos. Por isso, que o grupo de Cássio acompanha com certo receio essa disposição de Wellington. De cara, vai criar um impasse com o senador Efraim Morais, que sonha em dividir o palanque com o ex-governador tucano na disputa pelas duas vagas ao Senado.

E se ele bater o pé querendo ser candidato ao Senado na chapa de Cássio? È mais um impasse para o grupo resolver internamente, além de convencer Cícero Lucena de que a melhor opção é o apoio ao prefeito Ricardo Coutinho para o governo do Estado.

É hora de Cássio já começar a pensar como tratar do caso Wellington. Se há receio de que Efraim possa romper para apoiar o projeto de Maranhão caso não encontre espaços na majoritária. É melhor começar a achar que o deputado Wellington Roberto pode fazer o mesmo.

E no lugar de um, o grupo já terá dois impasses para resolver em 2010.

 

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