O ex-deputado federal Walter Brito Neto comentou a respeito das acusações de homofobia e racismo que vem sofrendo o pastor evangélico e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), após assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos.
Walter fez parte da bancada evangélica do Congresso Nacional, e afirmou quem vem acompanhando com preocupação o que vem acontecendo com Feliciano.
-Os homossexuais têm o direito de ser quem eles querem ser, agora você não pode ser alijado de um processo e expulso de uma comissão, como vem tentando fazer, simplesmente por ser um pastor cristão-evangélico. As opiniões são legítimas e verdadeiras, não se pode ser penalizado por contrariar alguém- comentou Neto.
Neto também Lembrou que o pastor foi eleito pelo estado de São Paulo com mais de 200 mil sufrágios, sendo maior parte desses da comunidade cristão-evangélica, e sofre as acusações pelo simples fato de ser um pastor.
-Essa é uma tentativa do movimento LGBT de impor os seus modos de vida á sociedade, as pessoas têm que respeitar a forma como nós pensamos, não pode mais haver uma espécie de inquisição no nosso país contra os cristãos, isso é um absurdo.Eu não gostaria de sofrer o que o pastor Marco Feliciano está passando – finalizou Walter Neto.
Paraibaonline
