Iniciada uma nova fase no processo do mensalão, a tarefa de tribunais em 17 Estados do país será ouvir 641 testemunhas de defesa, a tempo de evitar a prescrição de parte dos crimes pelos quais são acusados os integrantes do suposto esquema de desvios de verbas públicas e de compra de apoio político no Congresso Nacional.

 

O STF (Supremo Tribunal Federal) encerra nesta sexta-feira (20) o prazo para que os réus decidam se fazem questão de que testemunhas residentes no exterior prestem depoimentos.

 

 

O maior temor do Supremo, que estima em R$ 19 milhões o custo das oitivas, é de que o envio de cartas rogatórias (necessárias para ouvir testemunhas em outros países) e a tradução dos depoimentos despendam tempo precioso e provoquem a extinção da ação em relação a alguns crimes contra os 39 acusados. O custo é relativo à tradução das mais de 18 mil páginas do processo.

 

 

Até agora, confirmaram a necessidade dessas testemunhas José Dirceu, ex-ministro chefe da Casa Civil do governo Lula, o publicitário Marcos Valério, acusado de ser o operador do mensalão, e José Janene, líder do PP na Câmara dos Deputados na época do escândalo.
 

 

uol

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