Foto: Roque de Sá / Agência Senado
Uma reportagem do jornal Correio Brasiliense, desta terça-feira (23), trouxe que caras novas chegam ao Senado para completar as bancadas das unidades da Federação — o que pode até mesmo mudar o equilíbrio de forças. Uma boa parte dos senadores se licenciará nas próximas semanas, com vistas à disputa pelas prefeituras, em outubro. Na reportagem é citado o caso do 1º suplente de senador paraibano André Amaral (União Brasil), que assumiu no lugar do senador Efraim Filho, que está dedicado as campanhas eleitorais.
Pelo regimento interno da Casa, os suplentes assumem somente se o senador tiver que se ausentar por mais de quatro meses. As licenças para fins particulares são permitidas por, no máximo, 120 dias e não são remuneradas.
Na véspera do início do recesso, o advogado Castellar Neto (PP-MG) assumiu um dos assentos de Minas Gerais, no lugar de Carlos Vianna, que concorrerá à prefeitura de Belo Horizonte pelo Podemos. Castellar foi prestigiado pelo vice-governador do estado, Mateus Simões (Novo), que compareceu à posse. “Sou um profundo admirador do governo de Minas, e gostaria que você (Simões) levasse ao governador (Romeu) Zema minha palavra de apoio. Estou à disposição do governo”, afirmou Castellar.
Outro que tomou posse na última semana foi Bene Camacho (PSD-MA), no lugar da presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, Eliziane Gama (PSD-MA), que assumirá a Secretaria da Juventude de seu estado. A passagem do ex-deputado federal será curta, uma vez que a senadora confirmou que retorna ao cargo em outubro. Ela, aliás, é um dos nomes cotados para a disputa à presidência da Casa, sucedendo Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Eliziane retorna ao Maranhão para engrossar a campanha do correligionário Eduardo Braide (PSD) em São Luís, movimento semelhante a outros senadores que pediram licença. É o caso do autor do projeto da desoneração da folha de pagamento, Efraim Filho (União-PB), presidente estadual da sua sigla — substituído por André Amaral (União-PB) —, e do líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), que cederá lugar para Flavio Azevedo (PL-RN).
Redação
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