Ao confirmar o fim do racionamento de água em Campina Grande e 18 cidades da região do Compartimento da Borborema, para o próximo dia 25, o governador Ricardo Coutinho, detonou o discurso dos aliados do prefeito Romero Rodrigues (PSDB), que se posicionaram contra a medida.
“Eu sou uma pessoa, que tenho, em algumas situações, que expressar minha indignação, tem gente na politica que brinca muito com as necessidades das pesoas. Quem tem uma cisterna de 25 mil litros dentro dos seus condomínios, não sofre com racionamento nenhum. Agora quem tem um tambor dentro do seu banheiro e tem que pegar essa água para conzinhar e tomar, essa sim tem o interesse imediato que as coisas se normalize. Para esses o que interessa é aproveitar o sofrimento do povo para debitar nas costas dos adversários políticos. Eles não querem que o povo seja feliz”, declarou.
Ricardo também fez duras criticou aos veereadores o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), a quem acusou de adotar uma postura chocante com relação ao tema.
“Sua excelência, o prefeito de Campina Grande, no dia 11 de julho defendeu o fim do racionamento e nós estamos em 21 de agosto. Olhem só o que o prefeito disse em abril de 2017 em entrevista a rádio Caturité. Esse é o título: Campina Grande, com a chegada das águas, prefeito Romero defene o fim do racionamento, se tiver boa vontade da Cagepa. Não tem mais porque maltratar Campina Grande, com esse racionamento severo. Você quer uma fala mais eleitoreira que essa?”, indagou.
De acordo com dados do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs) e da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa), o açude chegou ao volume de 8,2% de sua capacidade na manhã desta segunda-feira, saindo do volume morto. O volume começou a aumentar desde a chegada das águas da transposição do Rio São Francisco, em abril.
Segundo o governador, o volume atual de água no açude garante ‘autonomia’ de 303 dias, tempo em que é possível retirar água mesmo que ocorra algum problema na transposição. “Não é possível uma polêmica como essa [em torno do fim do racionamento] quando os dados apresentados mostram que tudo está sendo feito com responsabilidade”, defende Ricardo.
João Azevedo garante que a situação está tecnicamente sob controle e que a gestção tinha “certeza da capacidade de captação de água” quando anunciou o fim do racionamento. “Nós tínhamos uma condição de queda [no volume] na barragem e agora estamos com estabilidade de captação”, justifica. Ele explicou também que “não existe autorização [de uso] para irrigação e sim a possibilidade para tirar o mínimo de água para cerca de 400 agricultores cadastrados”.
Redação
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