Categorias: Política

Quem viver, verá!

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O ex-governador Cássio Cunha Lima tem um problema para resolver logo na sua chegada a Paraíba. A tão badalada aliança entre o seu grupo e o prefeito da Capital, Ricardo Coutinho.

Aliados do ex-governador reconhecem o esforço de Cícero em percorrer o Estado, propor alianças, tratar bem os correligionários e até bater firme no atual governador José Maranhão. 

Cícero tem mostrado que é um homem de grupo, mas já experiente em política sabe, como diz o poeta Ronaldo, que “aliança boa é aquela aprovada pelo povo”.

De posse de pesquisas e informações privilegiadas de figuras de proa do cassismo, “o menino” tem adotado o pragmatismo ao longo de sua vida pública, iniciada aos 21 anos, como deputado constituinte eleito em 1986.

Cássio Cunha Lima está ciente que, mesmo tendo uma eleição absolutamente tranqüila para o Senado, dificilmente conseguiria transferir os votos para levar Cícero ao segundo turno.

Tem consciência, também, que pelo grau de acirramento verificado entre ambos nas últimas eleições e administrações da Capital, Cícero e Ricardo vão se atacar mutuamente, deixando José Maranhão como exemplo de administrador público.

O prefeito da Capital, por estar bem avaliado em sua gestão, representar o novo na política paraibana, dispor de um leque de partidos fiéis ao seu nome rumo ao Palácio e ainda por contagiar as lideranças políticas pela tão propalada expectativa de poder, fatalmente iria para um segundo turno acirrado com o governador José Maranhão. E aí, os cassistas se perguntam? Com quem Cícero ficaria?

A resposta é bastante simples: o ódio dos ciceristas a Ricardo Coutinho faria com que o palanque de Maranhão ganhasse reforço no segundo turno. Assim, o homem que tirou Cássio do Palácio pela Justiça Eleitoral agora seria eleito contando com os votos de seu aliado Cícero Lucena.

Diante dos fatos bastante claros até para quem é leigo na política só resta uma alternativa óbvia: aliança já no primeiro turno. Por que Ricardo quer? Por que Cássio quer? Claro que não.ar mutuamente, deixando Josficado entre ambos nas ara levar C Nada depende mais desses dois políticos. Primeiro, os fatos. Depois, o próprio povo. Que já celebrou esta aliança. Quem viver, verá
 

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