O mandato do presidente estadual do PSB da Paraíba, Edvaldo Rosas, vai até o final de 2020 e assim deve ser concluído. Só após esse período é que o comando da sigla poderá ser alterado. Pelo menos é essa a visão do líder do Governo João Azevêdo na Assembleia Legislativa da Paraíba, Ricardo Barbosa (PSB), que reforçou, nesta sexta-feira (16), sua solidariedade ao nome do secretário do Gabinete Civil e presidente estadual do PSB paraibano, Edvaldo Rosas, diante do imbróglio gerado por parlamentares da ala feminina do PSB, que foram a público na última incitar a troca de comando na agremiação.
Segundo Barbosa, Rosas está fazendo um excelente trabalho à frente da sigla, tanto é que nesse processo ele agigantou-se, e sairá maior do que entrou.
“Fui filiado ao PSB quando Ricardo Coutinho e Estela Bezerra eram do PT, portanto tenho toda a legitimidade para falar sobre o PSB, e volto a dizer que essa discussão é inócua e inoportuna. Rosas está fazendo um bom trabalho e acho que ele saiu foi maior desse processo. Ele estava lá caladinho, é uma figura serena, de pouca conversa, não gosta de holofotes e protagonizaram essa saída de Edvaldo e ele agigantou-se”, ressaltou.
Após o imbróglio, o atual presidente do PSB já recebeu a solidariedade de diversas lideranças do partido, inclusive do chefe do poder legislativo, Adriano Galdino (PSB) e do chefe do poder executivo, João Azevêdo (PSB).
“Rosas tem a solidariedade do presidente da Assembleia, que é do PSB, do líder do governo, que é PSB, da grande maioria, dos diretórios municipais, do governador João Azevêdo. Eu acho que fortaleceram Edvaldo e ele merecia esse fortalecimento, ele já saiu fortalecido com o convite para comandar uma das principais pastas. O PSB deveria comemorar. Se você tem o seu presidente cuidando e fazendo o partido crescer, com a ajuda de outros colegas, e ele é ungido a uma condição de espaços valiosos do ponto de vida da capilaridade do governo, ele devia ter recebido era moção de aplauso e não a tentativa de ser defenestrado”, ressaltou.
Para Barbosa, essa movimentação não irá vingar e Rosas deverá permanecer até o final do mandato, que vai até dezembro de 2020.
“Acho que isso não vai vingar. Quando terminar o mandato, final do ano que vem, e se for ricardo o candidato, acabou-se, não terá nem disputa e Ricardo será o presidente”, arrematou. As declarações repercutiram na Arapuan FM.
PB Agora
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