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Procurador da República comenta campanha “Unidos Contra a Corrupção”

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Dois anos e meio depois da mobilização em defesa das 10 Medidas Contra à Corrupção, o Ministério Público Federal (MPF) e representantes de instituições públicas e privadas, entidades de classe e sociedade civil vão lançar, em Recife (PE), nesta segunda-feira (06), a campanha “Unidos Contra a Corrupção”, com a chamada ‘ Novas Medidas Contra a Corrupção’.

A apresentação será feita procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do MPF na Operação Lava Jato, durante um evento que será realizado com o apoio do Fórum de Combate à Corrupção em Pernambuco (Focco-PE), no auditório da Procuradoria da República em Pernambuco, no bairro do Espinheiro, das 14h às 16h.

De acordo com o procurador regional da República, Fábio George Cruz da Nóbrega, a campanha Unidos Contra a Corrupção é coordenada por uma coalizão de organizações e movimentos sem vínculos partidários e conta com a parceria de diversas instituições e pessoas de diferentes opiniões e ideologias. Entre os integrantes do movimento estão o Observatório Social do Brasil, Instituto Ethos, Contas Abertas, Instituto Cidade Democrática, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e Transparência Internacional Brasil. Por meio do movimento, foram elaboradas 70 novas medidas contra a corrupção como, por exemplo, aumentar o tempo para a prescrição de crimes ligados à administração pública e restringir o foro privilegiado. Neste ano, a campanha enfatiza que a principal ação contra a corrupção é o voto.

“A ideia é que os candidatos conheçam e se comprometam com as propostas antes e depois do pleito. Também será uma oportunidade para que os eleitores escolham postulantes com um passado íntegro e comprometidos com a democracia e as novas medidas”, explicou o procurador.

Fábio George explicou que as propostas são um aperfeiçoamento do pacote das 10 medidas contra a corrupção, criado pela força-tarefa da Lava Jato em 2015, e que recebeu apoio de mais de 2 milhões de pessoas, porém, passou por fortes alterações no Congresso Nacional. Para virar lei, as novas propostas precisam de apoio popular.

Redação

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