O presidente Nacional do PTN, José de Abreu, estará em João Pessoa nesta quinta-feira (26), ocasião em que receberá a imprensa local a partir das 10hs, no Hotel Marinas, na Avenida Cabo Branco, na orla da Capital.

Zé de Abreu irá fazer junto aos filiados do partido uma avaliação da legenda nas eleições de 2008 e traçando estratégias para o próximo pleito estadual. Nas eleições passadas, o PTN disputou a prefeitura de João Pessoa com a candidatura do professor Francisco Barreto, que obteve pouco mais de seis mil votos
 

José de Abreu afirmou ontem que o partido tem como estratégia ganhar espaços nas Assembléias Legislativas, na Câmara e Senado Federal e se coligar na chapa majoritária. “Essa estratégia também deve valer para as eleições em 2010 na Paraíba e vamos iniciar as conversas com o partido. É claro que a vontade de qualquer partido é disputar cargos executivos, mas no momento nosso foco é no Legislativo. Precisamos crescer por etapa”, explicou.

José de Abreu é presidente da rádio Atual em São Paulo e dirige o Centro de Tradições Culturais em São Paulo. Ele foi deputado federal por duas legislaturas e atualmente é presidente estadual do PTN. O dirigente destacou o crescimento da legenda no País que elegeu 15 prefeitos e saiu de 17 vereadores eleitos em 2004 para 386 vereadores em 2008. Já na Paraíba o PTN elegeu um prefeito, Manoel Vieira, em Marizopólis, e 15 vereadores. Ele explicou que para os pequenos partidos é preciso ocupar espaços no Legislativo para ganhar mais tempo no horário eleitoral e difundir as idéias partidárias.
José de Abreu, que está percorrendo o país para definir as estratégias do partido, avaliou que cada estado tem as suas peculiaridades e é preciso iniciar uma discussão com os diretórios para avaliar as melhores alternativas do partido. Ele acrescentou que é preciso avaliar qual a melhor estratégia para uma coligação na cabeça de chapa. “As grandes legendas geralmente possuem um candidato com 200 mil votos, ou seja, uma expressiva votação e outros com menor para alavancar a eleição dos mais fortes. Se lançarmos um grupo de 10 candidatos é possível eleger um candidato com 25 mil votos com uma legenda mais baixa. Essa é uma forma de facilitar que novas pessoas ingressem no processo político”, explicou.

Da Redação

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