Em entrevista ontem (02), à imprensa campinense o deputado estadual André Gadelha (MDB) voltou a demonstrar confiança no apoio dos correligionários ao seu projeto de disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de outubro, mas criticou o uso das emendas por parlamentares com mandatos para atrair apoios.
Indagado sobre possíveis apoios ao ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), em detrimento de sua pré-candidatura, André afirmou acreditar na manutenção da unidade do grupo liderado por Cícero Lucena (MDB) e pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB). “Eu não acredito que tenham fechado com Nabor. A gente está construindo uma história principalmente com o prefeito da nossa capital que é Léo Bezerra, que é a peça fundamental nesta minha caminhada ao lado de Cícero e de Vené”, afirmou.
André que não conta com o apoio total nem da sua família, leia-se que o médico Dalton Gadelha já anunciou que não o apoiará também criticou o que classificou como um cenário desigual na busca por alianças políticas e eleitorais via uso das emendas. “A abordagem por parte de candidatos se utilizando de emendas que tem a mais de um presidente de um poder é de assustar […] de chamar atenção da Justiça e principalmente do povo paraibano. Que o povo possa refletir o seu voto. O voto de Senado é um voto de conceito que irá trabalhar pela Paraíba e pelo Brasil por oito anos, é um mandato diferenciado. O que está sendo feito é um jogo injusto para os paraibanos, porque não é ganhar de André ou de Vené, é enganar as lideranças locais porque eles são sabedores que não vão receber esse dinheiro e, se receber, é absurdo […] é usar as emendas como uma moeda de troca”, pontuou.
Redação