Com coerência. É assim que o presidente estadual da Assembleia Legislativa da Paraíba e pré-candidato a deputado federal, Gervásio Maia (PSB) pretende contribuir em Brasília, caso eleito nas eleições de outubro desse ano.

Em entrevista, nesse final de semana, o parlamentar ressaltou que suas decisões e seus posicionamentos na Capital Federal terão como termômetro a vontade popular daqueles que ele representará no legislativo e não mera vontade pessoal.

Gervásio disse ainda que é justamente por conta dos seus posicionamentos coerentes nestes quase quatro mandatos com deputado estadual é que lhe permite, atualmente, transitar nos 223 municípios do Estado e subir em qualquer palanque em eventuais festejos de emancipação política.

 “Eu penso que toda vez que alguém que representa o parlamento for para o plenário, o seu voto tem que ser dado medindo o termômetro da maioria do povo que você representa, seja deputado estadual ou federal. Eu todas as vezes que fui ao plenário me permite antes a ir conversar com o povo, por isso que hoje posso transitar nos 223 municípios da Paraíba, me permite subir em qualquer palanque. É preciso enfrentar os debates sempre ao lado do povo, esse é o caminho do político. Então vamos discutir a reforma trabalhista, vamos sim e saber quem vai pagar a conta, e não é justo que sejam os que menos tem. Tem que buscar a fórmula. Está aí agora a confusão dos combustíveis. Essa discussão tem que ir adiante porque o país tem petróleo. Isso tem que ser pautado”, ressaltou.

Maia não esqueceu de cutucar alguns dos atuais representantes da Paraíba no Congresso Nacional e mirou no campeão de votos, Pedro Cunha Lima, do PSDB. Para ele, o discurso do novato não encontra respaldo na coerência, já que quando o que está em jogo é a esfera federal o posicionamento é um e quando é a esfera estadual, é outro.

“Essa renúncia trilhonária que houve. Como é que em uma época dessa de crise se fala em renunciar tributos. Aí vem um deputado federal de lá para cá dizer que a conta dessa bagunça do combustível tinha que ser paga pelo Estado da Paraíba, a exemplo de Pedro Cunha Lima (PSDB) que votou a renúncia. Lá é de um jeito e aqui é de outro. Para esfera estadual vale uma coisa e para federal vale outra. É preciso haver coerência”, concluiu.

Pedro é um dos nove deputado federais da Paraíba que vão disputar a reeleição.

 

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