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Olímpio responde Rede/PSOL: “Só não serei candidato se o partido decidir”

Foto: Reprodução das Redes Sociais / @olimpiorochapb

O advogado Olímpio Rocha reagiu às declarações da presidente da Federação Rede Sustentabilidade/PSOL na Paraíba, Cristiana Almeida, e voltou a defender a manutenção de sua pré-candidatura ao Governo do Estado. Durante entrevista à rádio Correio 98 FM, nesta terça-feira (28), o líder partidário contestou o argumento de que a federação deva abrir mão de disputar o Palácio da Redenção para priorizar o fortalecimento das chapas proporcionais.

“Porque só a Paraíba precisa rifar a candidatura majoritária para focar nas chapas proporcionais rumo a superar a cláusula de barreira? Pernambuco tem candidato do PSOL ao governo. A Bahia tem candidato do PSOL ao governo, Rio Grande do Norte tem candidato do PSOL ao governo, Maranhão, Sergipe. Todos os estados do Nordeste têm candidatos do PSOL ao governo, que darão palanque às candidaturas proporcionais, para que elas tenham a possibilidade de ter mais visibilidade e superar a cláusula de barreira”, afirmou Olímpio.

O advogado também voltou a questionar a decisão tomada durante a convenção da federação na Paraíba e disse estar confiante de que o recurso apresentado à direção nacional será acolhido.

“Nós estamos muito tranquilos no sentido de que esse recurso será acatado e a decisão da Paraíba será reformada, porque, repito, é meramente simbólica. Ela não tem validade jurídica. Eu só não serei candidato se meu próprio partido mudar e decidir contrariamente”, declarou.

As declarações são uma resposta à presidente da Federação Rede/PSOL na Paraíba, Cristiana Almeida, que afirmou, em entrevista, que Olímpio pode recorrer às instâncias que considerar necessárias, inclusive à Polícia Federal, mas classificou o impasse como uma questão interna da federação. Segundo ela, a decisão aprovada na convenção representa a vontade da maioria dos integrantes e seguiu os procedimentos partidários.

O impasse teve início após Olímpio Rocha afirmar que sua intenção de recorrer da decisão da convenção não foi registrada na ata do encontro. O advogado sustenta que a omissão compromete o documento e anunciou que pretende levar o caso à direção nacional da federação e, se necessário, à Justiça Eleitoral.

PB Agora

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