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Notícias sobre greve geram mais movimento nos postos paraibanos e assustam motoristas

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As notícias de uma possível greve dos caminhoneiros, devido o reajuste de 13% no preço do óleo diesel, estão provocando alerta aos proprietários de veículos e, desde sábado, vários postos estão recebendo uma grande demanda de veículos para abastecer. Ontem, pelo menos um posto de combustível, localizado na principal avenida do bairro dos Bancários, estava sem gasolina e etanol. O frentista, que não quis se identificar revelou que o caminhão com o combustível estava “na área” para fazer o abastecimento.

 

Outro posto, localizado na avenida Cruz das Armas, que estava com as bombas de gasolina sem o combustível é responsável pelo abastecimento de viaturas oficiais do Estado e algumas da Prefeitura Municipal. Ontem, somente veículos a álcool e a diesel estavam sendo abastecidos. Um frentista também disse que um caminhão com o combustível estava sendo aguardado para abastecer as bombas.

 

Enquanto isso, um posto que funciona dentro no terreno de um supermercado localizado na BR-230, sentido João Pessoa/Cabedelo, apresentava grande movimentação com enormes filas de veículos para abastecer. Um gerente do posto, que também pediu para não ser identificado, pois apenas a assessoria de comunicação da empresa localizada em São Paulo poderia dar informações, disse que por conta das notícias o fluxo aumentou consideravelmente, mas garantiu que tudo está normal, com a gasolina a R$ 4,079, etanol a R$ 3,99 e o diesel sendo cobrado a R$ 3,279. Os gerentes e frentistas dos postos se mostraram surpresos com as notícias e também com o grande número de veículos que apareceram para abastecer.

 

O fluxo começou ainda no domingo quando as notícias tiveram maior divulgação através das redes sociais. “Acredito que isso seja notícia falsa, porque não recebemos nenhuma orientação sobre isso”, disse um gerente. Severino Clementino, gerente de um posto localizado no bairro dos Bancários, informou que apesar do aumento no fluxo de veículos o abastecimento foi normal e, segundo ele, sem perspectiva de desabastecimento.

 

Fiscalização

 

Os Procons estadual e municipais (João Pessoa e Campina Grande) se posicionaram a respeito da notícia e garantiram rigor na fiscalização para evitar o desabastecimento e provocar correria aos postos de combustíveis no Estado. A superintendente do Procon Estadual, Késsia Liliana, disse que está aguardando um posicionamento da Agência Nacional do Petróleo. Ela disse que ainda não recebeu pronunciamentos da ANP e nem da Secretaria Nacional do Consumidor.

 

Fiscais do Procon visitaram postos de João Pessoa para averiguar a veracidade das informações. “Nós temos um grupo de trabalho que sempre conta com a presença da ANP nas fiscalizações”.

 

Redação

 


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