O superfaturamento na obra de revitalização da obra do Parque Solon de Lucena foi premeditado desde o início do processo de licitação. Esta é, em suma, a avaliação do líder da oposição na Câmara Municipal de João Pessoa, vereador Bruno Farias, do PPS. “A obra foi concebida com essa finalidade, para drenar o recurso público”, disse.
Segundo Bruno, a manipulação com tal objetivo começou logo a partir da formação da comissão licitatória, composta, em sua maioria, “por prestadores de serviço e por ocupantes de cargos em comissão”, com o intuito, segundo o vereador, de direcionar o certame em favor da empresa Compecc. Após analisar os autos do processo investigatório, e ouvir o posicionamento do procurador da República, Yordan Delgado, acerca das investigações, ele acredita que o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) deverá ser indiciado pela Polícia Federal.
“Ele acompanhou todo o processo relacionado à obra e foi o ordenador de despesas”, afirma Farias. Na próxima semana, a bancada de oposição vai enviar à polícia informações sobre parentes do secretário de Infraestrutura, Cássio Andrade, que teriam ocupado cargos na empresa responsável pela obra e na Caixa Econômica, instituição responsável pela liberação dos recursos federais.
Redação
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