A capitalização pura e simples e a tentativa de equiparação do trabalhador rural ao trabalhador urbanos. Esses foram dois pontos elencados pelo governador da Paráiba, João Azevêdo (PSB) como ‘inegociáveis’ quando o assunto é a Reforma da Previdência proposta pelo Governo Bolsonaro extensiva aos Estados.

Em entrevista nesta quinta-feira (06), durante participação na solenidade de abertura do Fórum Nacional do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), João concedeu uma breve entrevista e falou sobre o tema de forma direta e clara.

“A questão da reforma ela precisa ser vista de uma forma muito mais ampla. Não é só o que vai acontecer no futuro. Nós temos que ter uma visão do déficit atual e essa reforma que está proposta não trata do déficit da previdência atual, e é isso que nos preocupa. Evidente que da forma como está sendo posta, daqui a 10 anos, 15 anos, vai começar a ter um efeito, entretanto existem pontos que são inegociáveis. A capitalização pura e simples que nós não concordamos com ela, a forma de querer tratar o trabalhador rural igual ao trabalhador urbano também nós não concordamos”, pontuou.

 

Redação

 


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