Diferentemente de outros políticos que cobram respostas imediatas, o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania) tem adotado o critério da sensibilidade e de se colocar no lugar do outro quando o assunto são as cobranças, sobretudo no campo político.
Em entrevista essa semana, por exemplo ao ser questionado como anda a relação com a vice-governadora, e o PDT da família Feliciano, que têm silenciado sobre o posicionamento nas eleições de 2022, João, ao invés de instigar, ressaltou que o momento é de compreensão, sobretudo por conta dos problemas que a família tem passado. A própria vice-governadora teve o diagnóstico da Covid-19 , e seu esposo, Damião, ficou vários dias internado na luta contra a doença.
“Acho que a vice-governadora Lígia Feliciano tem nos últimos meses passado por problemas muito sérios e eu tenho um respeito muita grande pelas pessoas. Acho que ninguém deve cobrar das pessoas principalmente numa situação dessa, então no tempo dela e do deputado Damião, por quem tenho um enorme respeito, eles com certeza se colocarão e nós vamos discutir, mas acho que é não o momento de fazer qualquer tipo de pressão em quem quer que seja”, ressaltou.
Para alguns políticos, o gesto de João mostrou grandiosidade e habilidade, visto que a qualidade de ser humano deve ser levada em conta também como agente político.
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