O deputado federal paraibano Wellington Roberto (PL) parece entre os parlamentares contemplados com o orçamento paralelo criado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para ganhar a “fidelidade” do Centrão. O caso foi exposto pelo jornal O Estado de São Paulo no fim de semana e mostra gasto de R$ 3 bilhões do Planalto com as indicações de parlamentares. O caso guarda semelhanças com o escândalo dos “Anões do Orçamento”, exposto na década de 1990.
De acordo com o levantamento publicado pelo Estadão, Wellington Roberto indicou gastos de R$ 80 milhões no orçamento informal e sem transparência. Isso sem contar as emendas no orçamento formal, a que todos os parlamentares têm acesso de forma igualitária. O montante indicado pelo paraibano, no entanto, está longe do topo do ranking. O ex-presidente do Senado, David Alcolumbre (DEM-AP), teve R$ 277 milhões em emendas.
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Suetoni Souto Maior
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