Líder do Governo na Assembleia Legislativa (ALPB), o deputado estadual reeleito, Hervázio Bezerra (PSB), acredita que o sistema proporcional. Para ele, antes de representar a união de bandeiras, é um pacto com fins eleitorais. Até estas eleições o quociente eleitoral – ou seja, obtiveram uma cadeira na ALPB por meio de votação própria, sem depender dos votos totais obtidos pelo conjunto do partido ou coligação, estava válido.
“O interesse é localizado, com prazo determinado, no processo de eleição, não chega a prosperar. Não existe ideologia, é um grande negócio que chegam a fazer. Uma boa estratégia que só seve para campanha. Tem partidos aí que os deputados eleitos já divergiram da coligação”, disse.
Na avaliação do parlamentar, a dinâmica das coligações cria ‘mercados’ de votos. “No processo de filiação alguns partidos pequenos ficam procurando atrair filiados e pré-candidatos, dizendo que naquela legenda é fácil ser candidato, que não se precisa de muitos votos para eleger em determinada legenda. Eu defendo que deve se eleger quem tem voto, a minha vontade é que tivesse feito uma reforma de modo que fossem eleitos os 36 candidatos mais votados. Defendo o fortalecimento partidário e fim de coligação”, disse.
Redação
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