Para o senador, falta de merenda em creches de Campina Grande é resultado do desvio de verbas descoberto pela PF na Operação Famintos

O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB/PB) lamentou a denúncia feita por pais de crianças, e repercutida enormemente pela mídia de Campina Grande e de todo o estado, de que está faltando merenda em creches da rede municipal de Campina Grande já no inicio do ano letivo. Veneziano, que governou Campina Grande por duas gestões, e sempre tratou a educação como prioridade, comentou a situação nesta quarta-feira (04).

Em um vídeo gravado para as redes sociais, ele observou que a falta de merenda, inevitavelmente, é fruto do desgoverno da atual da gestão e da organização criminosa que desviou recursos que deveriam garantir o abastecimento nas unidades escolares.

“Não tem mistério: a falta de merenda nas creches de Campina Grande é fruto do desgoverno e da atuação da organização criminosa que se instalou na Prefeitura nesta gestão e que desviou recursos que deveriam garantir alimento para as crianças da rede municipal.” lamentou.

Ele disse que, como parlamentar e como cidadão, não poderia ficar calado diante da falta de abastecimento em algumas creches da cidade e que tinha por obrigação se solidarizar com todos os país que sofrem com a falta da merenda escolar para os seus filhos. Veneziano enfatizou que o desabastecimento em algumas creches do município tem vínculo direto com o que foi desbaratado pela Polícia Federal e pela Controladoria Geral do Estado, que foi a “quadrilha instalada no município para desviar recursos públicos e tirar da boca e do estômago dos estudantes, a merenda escolar”.

Essa semana, com o início do ano letivo, alguns pais denunciaram que está faltando merenda em creches de Campina Grande. Em uma delas, um grupo de pais se reuniu para fazer uma cota financeira para a compra de alimentos, após a suspensão do fornecimento de merenda escolar na unidade.

Conforme o relato dos pais, a iniciativa surgiu após a falta de merenda escolar na creche em que seus filhos estão matriculados. Os alunos não poderiam ficar sem os alimentos e os responsáveis pelas crianças chegaram à conclusão de que uma cota para compra da merenda seria mais viável do que a contratação de babás para cuidar delas.

 

Assessoria

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