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Em dia de protesto, Lula participa do Fórum Social Mundial

Em um dia em que espera a presença de toda a cúpula do governo Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente e de quatro líderes de países da América Latina, os protestos marcam o Fórum Social Mundial (FSM) que acontece em Belém, no Pará. E um dos alvos das manifestações é a gestão do presidente Lula, que tenta fazer as pazes com os movimentos sociais depois de ser vaiado na edição de 2005.

Em um dia em que espera a presença de toda a cúpula do governo Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente e de quatro líderes de países da América Latina, os protestos marcam o Fórum Social Mundial (FSM) que acontece em Belém, no Pará. E um dos alvos das manifestações é a gestão do presidente Lula, que tenta fazer as pazes com os movimentos sociais depois de ser vaiado na edição de 2005.

 

Uma passeata com integrantes de movimentos sociais, como o Conlutas, e de partidos políticos, como o PSTU e o PSOL, sai da Universidade Estadual do Pará, até o centro de Belém. Os manifestantes pedem que Lula decrete uma medida provisória para garantir a estabilidade dos empregos.

 

 

– Lula está dando milhões para os banqueiros e os empresários e até agora não garantiu a estabilidade do emprego. Só em dezembro, foram mais de 1 milhão de demissões – afirmou André Freire, da direção nacional do PSTU.

 

Ainda na universidade, os presidentes da Venezuela, Bolívia, Equador e Paraguai, se encontram com integrantes do MST. A presença de Lula foi vetada.

 

Mais tarde, Lula se encontra no Hangar do Centro de Convenções e Feiras da Amazônia com os colegas Hugo Chavez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador) e Fernando Lugo (Paraguai). Eles discutem sobre o tema “Perspectivas da Integração Popular da América Latina”. Estão sendo esperadas cerca de 10 mil pessoas.

 

No encontro, Lula vai dizer ao FSM o que a esquerda quer ouvir: a saída para a crise global será a construção de um novo modelo de produção e de consumo, ambientalmente sustentável. Lula também dirá que, graças aos avanços da esquerda, a América Latina está melhor preparada para enfrentar a crise. O presidente pretende pedir a “unidade de ação das forças populares” para combater a crise, além de propor uma cooperação entre os países amazônicos para projetos de desenvolvimento sustentável.

 

Lula também deve aproveitar para apresentar sua candidata à sucessão, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, aos movimentos sociais. Grande estrela do PT no Fórum Social, ela estreia no encontro dando uma palestra no pavilhão cubano sobre mulheres na política.

 

Na sexta-feira, Lula tem um encontro fechado com conselheiros internacionais do FSM. Foi o próprio presidente quem convidou o Conselho, integrado por 165 membros, incluindo o PT.

 

G1

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