A postura da Prefeitura de Campina Grande, através da Secretaria de Educação, de não apresentar propostas concretas para os servidores da pasta foi o motivo da decisão de todas as categorias nesta terça-feira, 16, que optaram em manter a greve dos trabalhadores que está prestes há completar dois meses em assembleia realizada no auditório da AABB.
Reivindicando o pagamento do valor integral do piso nacional dos professores proporcional às 30 horas semanais do magistério, enquadramento dos níveis de progressão e o acréscimo de 10% sobre o salário de R$ 720 para os servidores técnico-administrativos, os trabalhadores ainda acreditam que podem ser atendidos pela gestão municipal.
Para o presidente do Sintab (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema), Napoleão Maracajá, esta decisão mostra que todas as categorias estão unidas em busca de seus benefícios. Segundo ele, a decisão de manter um movimento que dura quase 60 dias é a prova que os servidores querem mudanças nas negociações com a gestão.
“O direito dos servidores deve ser respeitado. Mas, até agora, não recebemos nada de concreto, por isso a greve continua firme”, destacou o presidente Napoleão Maracajá.
Ascom
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