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Debandada de partidos aliados de Dilma pode mexer com posição de políticos da PB em 2014

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 A debandada de vários partidos do governo federal poderá mexer com posição de políticos paraibanos em 2014, e coloca-los em palanques inesperados. Políticos paraibanos que nas últimas eleições pediram votos para presidente Dilma Rousseff (PT), e para o ex-presidente Lula, poderão ter uma nova postura no ano que vem, votando inclusive, contra à reeleição da petista. É que alguns partidos que integravam a base governista da presidente, decidiram abandonar totalmente a linha de frente de apoio ao governo de Dilma.

Partidos como o PSB, o PR, e PSD, não pretendem mais votar a favor do governo. Até mesmo o PP do Ministro Agnaldo Ribeiro, detentor da maior cota de cargo federal destinada ao partido, está se recusando a votar com o governo. Agnaldo precisará de muito poder de articulação para controlar os deputados progressistas. Os demais partidos se enquadram na categoria dos “nanicos”, com bancadas de menos de dez integrantes (PMN, PTC, PRTB, PSL, PT do B e PRB), também ameaçam deixar o governo. A debandada afeta até mesmo quem nunca votou no PT mas esse ano já sinalizava com a pretensão de contribuir para à reeleição de Dilma Rousseff. É o caso do vice-governador da Paraíba Rômulo Gouveia.

No começo do ano acompanhado do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, o vice-governador que é presidente estadual do PSD, anunciou que o partido iria aderir formalmente à base aliada do governo Dilma Rousseff e apoiar a reeleição da petista em 2014. Agora o partido tende a tomar outro rumo e fazer oposição ao governo petista.

Reflexos também devem ser seguidos pelo PR de Wellington Roberto e o já esperado PSB do governador Ricardo Coutinho.
Os três principais “desertores” do núcleo duro de apoio ao governo são do PSD, o partido que seu criador, Gilberto Kassab, definiu como “nem de esquerda, nem de direita, nem de centro”.

João Lyra (AL), Fábio Farias (RN) e Ademir Camilo (MG) se comportaram como aliados fidelíssimos em 2011, ano em que o PSD foi fundado, com taxas de apoio de 95%, 96% e 96%, respectivamente. Em 2013, os índices caíram para níveis próximos a 45% – menos da metade.
No PP que tem como ministro o deputado paraibano Aguinaldo Ribeiro, a debandada foi semelhante de 32 deputados que votavam com o governo Dilma em 2011 ficou apenas 2. No PDT, a queda foi de 16 para 2. No PTB só sobrou um dos 19 fiéis. No PMDB, principal aliado do PT em termos numéricos, as votações acompanhando o governo ainda se mantém em nível razoável na faixa entre 60% e 89% das vezes.

PBAgora

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