Após divulgar os nomes dos ministros que terão assento no Palácio do Planalto, a presidente eleita, Dilma Rousseff, enfrentará a fase mais crítica na formação dos ministérios: negociar cargos com os dez partidos da base de apoio, além de PP e PTB.

Ela ainda precisa definir o destino de outras pastas do Planalto, como o das secretarias de Comunicação Social e Relações Institucionais. Para a primeira, não há nome certo, ao menos por ora.

No caso da segunda, a tendência é que Alexandre Padilha permaneça como o responsável pelas articulações do Executivo com o Congresso. Havia a possibilidade de que ele fosse indicado para a Saúde, mas essa hipótese estaria praticamente descartada, conforme afirmam integrantes da transição.

Casa Civil

Dilma irá anunciar no início da próxima semana os nomes de Antonio Palocci e Gilberto Carvalho para a Casa Civil e a Secretaria-Geral da Presidência, respectivamente.

Palocci desejava ir para a Casa Civil desde o começo, mas chegou a considerar a alternativa de assumir a Secretaria-Geral. Dilma, por sua vez, tinha dúvidas sobre colocá-lo na pasta. Sempre disse que não queria superministros.

A presidente eleita acabou se convencendo de que Palocci era a melhor opção para gerenciar o governo.

Dilma já oficializou sua equipe econômica: Guido Mantega (Fazenda), Alexandre Tombini (Banco Central) e Miriam Belchior (Planejamento).

 

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