O cientista político Lúcio Flávio lembra que desde a redemocratização, ocorrida a partir de 1985, não se vê uma polarização política tão extremada, superando em muito a disputa entre Collor e Lula, na eleição presidencial de 1989. “Agora nós temos uma nítida polarização entre direita e esquerda, com muitos militantes de Bolsonaro clamando pelo retorno dos militares ao poder”, disse.

 

Na Paraíba, alguns políticos já discordaram dos seus partidos desde o primeiro turno, como é o caso do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. Mesmo sendo do PSDB, que teve como candidato a presidente o ex-governador Geraldo Alckmin, o prefeito anunciou voto no candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

 

O senador José Maranhão (MDB), que era candidato ao Governo do Estado, também não se posicionou em defesa do candidato a presidente do seu partido, o ex-ministro Henrique Meireles. Maranhã preferiu se calar durante toda campanha e sequer recebeu o candidato emedebista na Paraíba.

 

Também não foi manifestado apoio ao candidato do Podemos a presidente, Álvaro Dias. O presidente da sigla na Paraíba, Genival Matias, não se posicionou durante o primeiro turno, mas agora anunciou apoio ao candidato do PT, Fernando Haddad.

 

Redação

 


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