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Campina registra mais de 1.200 acidentes em cinco meses

De janeiro a maio de 2017 a Superintendência de Trânsito e Transportes (STTP) de Campina Grande registrou 1.269 acidentes. O levantamento é elaborado e divulgado pelo departamento de estatísticas do órgão, que já apontou também os 20 corredores mais perigosos para trafegar na cidade.
De acordo com a STTP, o número de acidentes em Campina Grande cresce em média 5% a cada doze meses. Em 2013, foram registradas 4.192 ocorrências, contra 4.438 em 2014; 4.483 em 2015 e 4.642 em 2016. A expectativa, contudo, é de redução nos números para 2017.

Segundo o relatório do órgão, neste ano, cerca de 78% dos acidentes na cidade envolveram motociclistas, o que corresponde a 994 ocorrências de janeiro a maio. O número de vítimas fatais ainda não foi divulgado, mas a STTP espera que o dados não superem os 66 mortos registrados em 2016.
Apesar do alto índice de acidentes com motocicletas, o órgão também espera que o número seja o menor dos últimos 4 anos, que tiveram uma média de mais de 2 mil acidentes. Desde 2013, quando o setor de estatísticas da STTP começou a funcionar, já foram identificados 10.896 ocorrências com motos, com destaque para o ano passado, onde o órgão apontou mais de 2.900 acidentes em apenas 12 meses.

 

Para o responsável pelo setor de estatísticas, Erivaldo Araújo, através dos estudos feitos no departamento será possível ter resultados positivos. “Nós mapeamos a cidade, informando os pontos mais críticos e partir disto são tomadas ações efetivas para diminuir o número de acidentes. Esperamos que na próxima avaliação já tenhamos bons indicativos de melhora” explicou.

Com base no levantamento feito pelo setor de estatísticas, a STTP começou no dia 3 de junho a operação ‘Mais Vida’ que visa diminuir o número de acidentes nos pontos considerados mais críticos da cidade. Os agentes de trânsito vão até os locais apontados para fazer trabalhos de fiscalização e educação com os motoristas. O órgão também tem investido em lombadas eletrônicas nas avenidas com maior fluxo de transportes.

Redação com G1

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