Cássio Cunha Lima dá ordem a garçom no Senado Federal e Cícero Lucena rebate: “Ou manda ele ou manda eu”; assunto foi destaque na mídia nacional
TOLICE ÀS EXTREMAS CONSEQUÊNCIAS – O blog do jornalista Josias de Souza, hospedado no portal UOL, trouxe essa semana em destaque um ‘entrevero’ protagonizado pelos tucanos Cássio Cunha Lima e Cícero Lucena – tudo por conta de um cafezinho da discórdia.
Segundo o blogueiro, há no Senado Federal um espaço chamado de ‘cafezinho’ onde os senadores concedem entrevistas e recebem visitantes. Até aí tudo bem! No entanto, agora, os garçons foram proibidos de ‘servir água e café nas mesas que não tenham cotovelos de senadores sobre o tampo’.
Pego de surpresa com a novidade, o senador paraibano Cássio Cunha Lima, que concedia entrevista a imprensa estranhou a atitude do garçom em não servir as visitas e ordenou que o cafezinho fosse distribuído a todos os presentes naquele momento.
O senador Cícero Lucena, que é primeiro Secretário da Casa e ‘idealizador do torniquete do cafezinho’, ou seja da proibição de distribuição do café em mesas que não estejam os parlamentares, teria se irritado com a contraordem do colega e ralhou com o garçom: “Ou manda ele ou mando eu! Então, é melhor voltar a como era antes.”
CONFIRA NA ÍNTEGRA A NOTA DE JOSIAS DE SOUZA
A penúltima do Senado: torniquete do cafezinho
Brasília é a prova definitiva de como o poder às vezes leva a tolice às suas extremas consequências. Veja-se, por exemplo, a penúltima do Senado. Há na Casa um espaço chamado de ‘Cafezinho’. Fica em área contígua ao plenário. Ali, os senadores dão entrevistas e recebem visitantes durante as sessões.
Pois bem. Os garçons do Senado foram proibidos de servir água e café nas mesas que não tenham cotovelos de senadores sobre o tampo. Repetindo: se o sujeito não for senador e não estiver acompanhado de um deles, não pode ser servido.
Visitantes, repórteres, assessores e assemelhados agora são orientados a se servir de café em garrafas térmicas acomodadas num canto do ambiente. Água? Só no bebedouro. Acionada, a segurança zela pelo cumprimento das novas normas.
Nesta quarta (7), ao perceber que um garçom negava-se a servir uma mesa em que conversavam repórteres e assessores, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) estranhou. Mais: ordenou que o cafezinho fosse servido, como de hábito.
Tucano como Cássio, o colega Cícero Lucena, primeiro-secretário do Senado e idealizador do torniquete do cafezinho, abespinhou-se com a contraordem.
Ralhou com o garçom: “Ou manda ele ou mando eu! Então, é melhor voltar a como era antes.” Como se vê, Brasília anda mais surreal do que nunca.
PB Agora
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