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Após 37 dias, desempenho de Cavalcanti é pífio

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Praticamente 40 dias após ser empossado no Senado Federal, Roberto Cavalcanti Ribeiro (PRP) mantém-se como um anônimo na Casa e não mostrou até o momento a que veio. Até esta quinta-feira, fora o fato de ter sido designado por seu bloco partidário para integrar comissões técnicas, o senador da Paraíba não apresentou um só requerimento, limitou-se a ler um discurso por ocasião de sua posse e, em termos de proposições, só se tem notícia de dois projetos e quatro requerimentos seus remanescentes ainda de seu período de interinidade em 2008, quando passou quatro meses ocupando a cadeira do então senador licenciado José Maranhão (PMDB).

Na página do Senado Federal (senado.gov.br), onde se é possível acompanhar o desempenho dos componentes da Casa, o rendimento de Roberto Cavalcanti até o momento é praticamente nulo. No link “Resenhas e relatórios”, que apresenta um resumo mensal da produção parlamentar do Senado, não há qualquer registro de iniciativa de Roberto Cavancanti. Participação na tribuna ou em apartes, também, é um dado inexistente, até o momento pelo serviço de acompanhamento do desempenho do senador.

Um levantamento, ainda, com base no sistema de divulgação da Agência Senado detectou um registro modesto da participação de Roberto Cavalcanti, durante audiência pública com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, nesta quarta-feira (25). Dirigindo-se a Cavalcanti, Meirelles disse que o cadastro positivo poderá ajudar a quebrar a desconfiança dos bancos com relação a novos clientes. Com o novo mecanismo, opinou, quem tem um bom histórico de crédito, terá facilidade em obter financiamento em qualquer banco. Em sua manifestação durante o debate, Roberto Cavalcanti havia alertado para o risco de o cadastro positivo se tornar um “cadastro impositivo”.

No dia 24, Roberto Cavalcanti apenas se limitou a assistir audiência pública conjunta das Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Serviços de Infraestrutura (CI), nesta quarta-feira (24). Já na terça, também em comissão, pediu maior atenção do governo a tradicionais movimentos culturais do Nordeste, como os folguedos populares. Ele lamentou que os grandes patrocinadores culturais não olhem para “o DNA cultural” da região,na Comissão de Educação, Esportes e Cultura.
 

 

Ironicamente, só existe um registro mais frenético sobre a existência de Roberto Cavalcanti no Senado Federal no levantamento, em serviço virtual da própria Casa de incidência dos nomes dos senadores na mídia nacional. Foi exatamente no período que em que ele assumiu o mandato, com a renúncia de Maranhão. Em praticamente todos os grandes veículos de comunicação nacional foram veiculadas matérias sobre a ficha suja do empresário e dono do Sistema Correio de Comunicação.

Ganhou espaços generosos na mídia nacional a ofensiva do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM)

 

PB Agora

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