Por pbagora.com.br

A verdadeira política é arte que se vale do diálogo para encontrar as soluções mais adequadas ao bem comum, a partir da argumentação, de compreensões lúcidas sobre a realidade. Faz-se importante lembrar que a política é sinônima de diplomacia.

Negociar com os pares e diferentes. Dialogar com a oposição e situação para encontrar o caminho mais viável visando o bem-estar do povo. Contudo, a prática mostra que tal sentido é lúdico. Teoria pura, e digo com toda a certeza. Embates de forças antagônicas quase sempre migram para o campo infértil do toma lá da cá, a fim de “apaziguar” interesses pessoais.

Mas então leitor, qual o motivo de estar, eu, introduzindo no texto tais reflexões? Bem, coloquei um pouco de tempero para lembrar que a Paraíba vive um momento ímpar. Todos, ou quase todos, apostavam que o governador João Azevêdo (Cidadania) seria apenas uma continuação do governo anterior, ligado e escravizado umbilicalmente ao ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

A oposição gritava que Azevêdo seria um “poste” do ex-gestor socialista. Que seria apenas um técnico que nada entendia de política. Buscaria as opções necessárias do fisiologismo. Teria que obedecer ao já citado toma lá da cá, numa gestão tirânica, não elegendo o diálogo como a melhor forma de governar.

E quem apostou nessa posição, errou, e errou muito. Azevêdo estabeleceu um diálogo respeitoso com as bancadas do legislativo estadual e federal da Paraíba. Foi um dos principais artífices para a consolidação do Consórcio Nordeste, criado em março de 2019 pelos nove estados nordestinos, a fim de ser uma ferramenta para atrair investimentos e alavancar projetos de forma integrada para a região.

Foi hostilizado, algumas vezes, pela gestão do governo Bolsonaro. Mas valendo-se do diálogo, minimizou impasses que poderiam deixar a Paraíba de joelhos, em especial neste ano que, como todos sabem, vem sendo penoso no aspecto econômico e sanitário para todos os governadores do país devido à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Queda de receita significativa para o Estado, ano eleitoral, economia privada estagnada, um governo federal que mais atrapalha que ajuda. Tudo isso e um pouco mais, e a Paraíba segue firme com a reabertura gradual e responsável das atividades econômicas, um diálogo democrático com a oposição e situação, cujo fito é minimizar os efeitos provocados pela Covid-19, salários em dia para os servidores públicos, composições políticas saudáveis à Paraíba, e assim segue a gestão.

E alguém pode perguntar: está tudo bem? Não há mais mistérios entre o céu e a terra paraibana? O próprio Shakespeare poderia formular a indagação. E digo de forma simples para encerrar minha linha de raciocínio.

É claro! Há mistérios sim, mas na diplomacia, derivação da política, basta o bom senso para inibir surpresas desagradáveis. Vejo, eu, a Paraíba no rumo certo, numa conciliação dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. Uma tríade exitosa, buscando o fazer política de forma coerente, objetivando beneficiar o povo. Parece simples, mas é complicado o seu fazer.

Esta é minha opinião segura. Claro que haverá discordâncias. E aí entre a diplomacia. Sigamos a dialogar!

Eliabe Castor
PB Agora

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