Após a detectarão de que cerca de 1,2 mil servidores da prefeitura de Campina Grande (PMCG) receberam indevidamente o auxilio emergencial se tornaram alvo de sindicância por parte do poder público municipal. O objetivo do procedimento é identificar se houve, ou não, algum tipo de falha no sistema (banco de dados) do programa ou má-fé por parte dos beneficiários – que por terem vínculos com o poder público não deveriam ter recebido os valores.
O procedimento foi instaurado atendendo uma recomendação do Ministério Público Federal (MPF). Os pagamentos indevidos, feitos aos servidores, foram descobertos após o cruzamento de dados feitos pela Controladoria Geral da União (CGU).
No total, quase 3 mil servidores públicos em Campina Grande receberam indevidamente o auxílio do Governo Federal, conforme a CGU. Muitos deles, porém, são lotados em órgãos estaduais, autarquias municipais e na Câmara de Vereadores do município e ficaram de fora da sindicância. Eles deverão ser notificados em outros procedimentos, instaurados pelos órgãos aos quais estão vinculados.
A lista dos servidores que receberam indevidamente o auxílio e os respectivos valores estão disponíveis no Semanário Oficial do município.
Confira aqui a lista completa dos servidores.
Redação
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