Por pbagora.com.br

A Polícia Civil, por meio do Grupo de Operações Especiais (GOE), prendeu nesta sexta-feira (23), no bairro de Tambaú, em João Pessoa, um casal acusado de falsificar cheques e outros documentos para aplicar golpes em agências bancárias da Capital.

Segundo o delegado titular do GOE, Thiago Sandes, além da dupla: Dário da Silva Tavares, de 28 anos e Clara Campos Lima, de 24, existe ainda uma terceira pessoa envolvida nos golpes que está foragida. “Essas pessoas são do Rio de Janeiro e com elas encontramos cheques, alguns documentos falsificados, formulários com fotografias e papéis com assinaturas montadas. Tudo indica que eles trabalhavam com um esquema de falsificação e aplicavam golpes nos bancos e em outras instituições financeiras, afirmando que tinham feito uma transação errada e enganavam o gerente conseguindo sempre um estorno do dinheiro”, informou o delegado, que acrescentou que o casal preso agia dando suporte a esta terceira pessoa que está foragida. Era ela quem ia sempre ao gerente do banco para aplicar o golpe.

A polícia conseguiu chegar até os presos depois de denúncias realizadas pelo 197, o Disque Denúncia da Secretaria de Segurança e Defesa Social (Seds). “Recebemos várias ligações relatando os golpes feitos por essas pessoas. Conseguimos localizá-los em um hotel na orla da Capital e os prendemos. Mas, as buscas a uma terceira pessoa continuam”, afirmou o delegado.

No quarto onde a dupla foi presa, a polícia encontrou notebooks, impressoras, comprovantes de residência, papéis com assinaturas montadas, formulários do Detran do Rio de Janeiro com mesma foto e vários nomes e ainda uma quantia de R$ 10 mil. “Estamos investigando como eles conseguiam esses formulários do Rio de Janeiro e como tinham acesso a informações e dados de outras pessoas. Durante a prisão eles ainda ofereceram dinheiro para corromper os policiais. Eles vão responder por esse crime também”, reiterou Thiago Sandes.

O casal foi preso em flagrante e vai responder pelos crimes de associação criminosa, falsa identidade, uso de documento privado e ainda corrupção de autoridade policial. Os dois seguem à disposição da Justiça.



Redação com Assessoria

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